[...]
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa,
dói morder a língua, dói cólica,
cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
[...]
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que
ficaram mais compridos.
Não saber como encontrar tarefas que
lhe cessem o pensamento.
Não saber como freiar as lágrimas
diante de uma música.
Não saber como vencer a dor de um
silêncio que nada preenche.
[...]
[Miguel Falabella]

Saudade. Vazio que dói... Mas um amor que conforta. Mais saudade. Dela... que está no meu coração e nos meus sonhos. Privilégio. Orgulho! Da pessoa mais linda, do sorriso, do olhinho pequeno (e da boca grande, rs). Minha bonequinha. Minha melhor e mais doce lembrança. La... eu te amo. Muito. Sempre... Minha pequena. Minha prima... irmã. Ah... saudade tem nome.
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